sábado, 3 de março de 2012

Viseu - detalhes de uma visita


Quando viajo, não gosto de ficar muito ocupado com fotos. Sendo assim, ficam alguns lugares mais fotografados que outros, sem critério algum. Mas fizemos algumas fotos em Viseu que, penso, podem dar uma ligeira ideia da cidade e de suas atrações.

Diga-se, antes do mais, que Viseu é a cidade portuguesa de melhor qualidade de vida. Confesso não saber como se mede isso, mas que Viseu é linda e excelente para se viver não resta dúvida.

Vamos às fotos:
Comecemos pela Catedral, como não poderia deixar de ser. Ao escolher o hotel em que ficaríamos, percebi que todos se referiam à distância a que ficavam da Catedral. No segundo piso, fica o Museu Grão Vasco. Não me apeteceu subir as escadas, além do que entre museus, bares e restaurantes fico com os últimos. Diga-se: o museu deve ser interessante, pois uma respeitável professora de Aveiro mo recomendou vivamente. Que ela me perdoe o ignominioso desinteresse.

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Em frente à Catedral fica a Igreja da Misericórdia, cujo interior é digno de uma visita:

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Ao lado da Igreja da Misericórdia fica o funicular. Além de se ter uma bela vista de parte da cidade.

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Vejam só: era dia de meu aniversário (23/02). Havíamos almoçado naquele que é considerado o melhor restaurante de Viseu. O Cortiço. Não tirei nenhuma foto do dito cujo. Ele fica próximo à Catedral, em uma viela chamada Augusto Hilario (antiga rua Judiaria). Por ter comido fartamente, lá fomos nós caminhar pelas ruas do centro da cidade. Essa, abaixo, é só para peões (/pedestres). Ruas assim são chamadas calçadões, no Brasil (ou, ao menos, em São Paulo):

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Já em outra rua, encontrámos a entrada para essa esplanada:

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Pra não ficar apenas no elogio, vamos a uma crítica: no final de um dos calçadões do centro, há uma parte do chão feita de vidro, teoricamente para permitir que se veja, lá no subsolo, um pedaço de uma muralha romana, de 260 D.C..
Se você fizer algum esforço consegue perceber algumas das pedras da muralha. Mas, mesmo estando pessoalmente no local (e fomos lá à noite pra verificar se era possível ver melhor a tal muralha) é muito difícil enxergar a descoberta arqueológica. E, segundo nos informaram, foi gasto muito dinheiro para construir esse espaço (quase) inútil...

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Saindo do centro da cidade uns 8 km, chega-se às termas de Alcafache. A água sai à superfície a 50ºC. As termas estavam fechadas. Só iriam reabrir em 1º de março.

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Mas consegui uma bela foto do riacho que passa junto ao edifício no qual funcionam as Termas. Ainda voltaremos aí, para uns banhos. A poucos quilômetros do centro da cidade há ainda outras termas.

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Agora os parques. Viseu tem inúmeros parques. Esse abaixo nem sei como se chama, mas a garotada se espalha nele com suas bicicletas. Os cães passeiam à vontade. Os adultos fazem suas caminhadas ou sentam-se na esplanada.

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Já o Parque do Fontelo tem as piscinas municipais, inúmeros campos de futebol nos quais a garotada disputa partidas a sério, com juiz, assistentes, uniformes etc etc., o estádio municipal de futebol, parque infantil, bosque.
O parque é tão agradável que só nos ocorreu bater algumas fotos já ao sair, junto ao Pórtico do Fontelo. Atrás da Baixinha e da Doga o edifício branco que se vê é uma pousada de juventude.

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Last but not least, restaurantes. Já disse que no dia 23 almoçámos em O Cortiço. No dia seguinte, almoçámos no impecável Muralha da Sé. Sem fotos. Fica ao pé da Igreja da Misericórdia.
No sábado, 25, fomos almoçar perto do autódromo. Clube dos caçadores. O lugar, retirado, é encantador. Mas... só fotografei a cortesia que é servida a todos os clientes logo após o cafezinho: bagaço com sumo de frutas vermelhas. Tudo a baixíssima temperatura.

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A Baixinha não resistiu:

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Domingo, 26, fomos almoçar no Santa Luzia. Enquanto a reforma no endereço tradicional não termina, eles atendem aqui. Não há como não gostar.

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Em frente ao Santa Luzia fica este templo da Congregação Cristã. A julgar pelas grades ostensivas, eles não confiam muito na proteção divina...

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Enfim, no dia 27 deixámos Viseu. Conseguimos almoçar no Escorropicha, Ana!, em Carrapichana. E lá fomos nós, rumo a Bragança, pelo IP2:

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É preciso voltar mais vezes a esse paraíso chamado Viseu.

3 comentários:

Léa, a irmã. disse...

Ora, vocês estão conhecendo mais Portugal nesses poucos meses do que conheceram do Brasil em tantos (acabou de aumentar 1!) por aqui! Com certeza, por aqui, não teriam tantos restaurantes da qualidade desses, mas há também lugares lindos!

Saltapocinhas disse...

:)
ao museu não foste, mas o cortiço não te escapou!
eu também não gosto de todos os museus (pode dizer-se que até gosto de poucos), mas desse gostei, embora já lá não vá há muito tempo.

Anónimo disse...

Uma das melhores coisas da vida são as viagens! Inesquecíveis!!É ver na real!!
Aproveitem!! Curtam!!
Abraços. Alcely.