quarta-feira, 8 de maio de 2013

Espiritismo, coisa de vivos.

E, às vezes, resulta.
Quando meu pai escreveu o livro Espiritismo, coisa de vivos e não de mortos, o intento dele era o de mostrar que os tais fenômenos extraordinários que costumam ocorrer em sessões espíritas eram simplesmente fraudes.

Mas, vista a coisa de outro ângulo, chega-se a conclusão não oposta mas diferente.

Comecei, agora, a me dar conta de que esse tal de kardecismo tem seu lado interessante.

Nessa onda de como é bom ser bom, muito gajo consegue mulheres que não conseguiria com outra estratégia.
No tempo em que os animais falavam e eu trabalhava, nas doces paragens da cidade de Osasco, vizinhança de São Paulo, tive um colega de trabalho que, nas horas vagas, pilotava um grupo espírita.
Não sei qual era a rotina do grupo. Apenas sei que o tal líder, com o papo que Kardec lhe emprestou, faturava a mulherada toda na maior.
Bendito seja.

Hoje percebo que ele não estava só. Há muito garanhão por aí a utilizar-se das ideias espíritas para, digamos, arregimentar fãs.
É o que se pode chamar de presença de Espírito.

E não digo mais nada para não comprometer ninguém.
Sabe-se lá o que pode fazer um espírito traído se percebe que a encarnação com que vive anda a baixar em outros terreiros?

1 comentário:

Suzie Q Motta disse...

Olá. Agora moro em Osasco e tenho uma amiga espírita que, ao vir conhecer meu apto, adivinhou minhas intenções... Eu acho que é pq ela me conhece razoavelmente bem, ela, com toda sinceridade de que o ser humano é capaz, jura que é guiada por forças maiores!...Em casos como este, diferente do seu conhecido, acho que vale a pena respeitar. Rs...