sábado, 3 de dezembro de 2011

Vá lá que seja


Ainda é dia 2 no Brasil. Cá, começa o dia 3. Um sábado. Ontem, portanto, foi o dia em que comemoraríamos o aniversário de Koldeway.
E, eis que não há mais Koldeway.
O mundo vai em frente. A gente corre atrás.
Lá se foram meu pai, minha mãe. Agora meu cunhado. Disse cunhado? Balela. Irmão. E daqueles em que podes depositar tua vida. Ele segura.
Segurava.
É certo que deixou descendência que não decepciona.
E viva Koldeway Filho! Que adora ser tido por Cigano. Que seja.

Bola pra frente!

4 comentários:

Alcilea disse...

Todos sentimos. Mas o Cigano sente também muita falto do tio. Já falei com ele que precisa acostumar-se ao Skype para escapar da tristeza!

Saltapocinhas disse...

os meus sentimentos...

Anónimo disse...

É muito gratificante saber que tenho uma família tao unida que fez parte da historia e corre atras de seus ideais...
ps: gabriela chaves

Anónimo disse...

Bom. Meu avô foi uma das pessoas mais marcantes na minha vida, desde que me conheço por gente tenho um amor por ele indescritível. Ele tentava dar o maior conforto possível pra mim e pra minha prima era muito bom se sentir amada por ele, era incrível ver como ele se importava com os mínimos detalhes aqueles que ninguém percebia. Quando alguém da família não estava bem ele percebia e já ia de encontro com a pessoa, não tinha como não se sentir especial quando ele estava perto... Quando fiquei sabendo que meu avô havia falecido parecia que alguém havia arrancado um pedaço de mim sem pedir permissão. Às oito horas de viagem ate Florianópolis fui chorando tentando entender aquele sentimento que eu nunca havia tido antes.
Vou sentir muita falta de ouvi-lo cantando nas madrugadas, contando histórias incríveis de sua vida ou tentando me passar sua sabedoria.
Mas sei que ele finalmente vai poder ir de encontro do tão falado colinho de sua mãe... E também ao encontro de seu primeiro Pai...
De sua Gabrielinha
Nunca vou te esquecer: avô, pai, marido e amigo