quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Pamplona

De volta à Espanha. De volta aos Países Bascos: Pamplona é uma cidade atraente; pena que só tivemos tempo de fazer uma caminhada rápida pelo centro antigo.

Primeiro, junto ao hotel:


Aliás, diga-se, um magnífico hotel: Puerta del Camino.


Depois de algumas quadras de caminhada, encontrámos os mochileiros espalhados pelas calçadas.



Enquanto o pessoal se refresca na esplanada...


...vamos conhecer a Catedral:


Quanto a mim, gostei mais das casas coloridas ao lado da Catedral:


Já a Léa achou a Catedral mais bonita que a de Notre Dame:


Alguém sabe me dizer o que significa esse círculo vermelho cortado ao meio sobre uma tesoura? Ele está em muitas janelas do centro:



Esta é a rua mais badalada de Pamplona: Calle de la Estafeta. Não tenho certeza, mas acho que por aqui passam os malucos perseguidos por touros nas festas de São Firmino.



Na manhã seguinte, como não havia tempo para conhecer melhor a cidade, fui no Arquivo de Navarra, ao lado do hotel, fotografar a maquete da cidade:




E lá vamos nós, de volta à já saudosa Bragança!


(clique nas fotos para ampliá-las)

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Deus existe, mas decepciona

O advogado Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça de Lula, é chamado de God por seus pares.
Compareceu hoje ao Supremo Tribunal Federal para defender um dos réus na acção do mensalão (AP 470).

Para sorte dele, espero que tenha recebido seus honorários antecipadamente.
Fosse eu o seu cliente, ele não receberia honorários a partir de sua pífia defesa. Trocou, mais de uma vez, o nome do réu que representa, não havia calculado o tempo que levaria para apresentar a defesa. Ao faltarem 37 minutos para esgotar-se o tempo disponível, pediu desculpa aos ministros do Tribunal por passar a ler a defesa para apressar seu final...

As virtudes de God devem ser exercidas nos bastidores, nos conchavos das entranhas do poder. Em sustentação oral pública, uma decepção.

Em tempo: Além de displicente, God é - como grande parte da elite brasileira - supersticioso. Reparem na imagem abaixo, colhida da transmissão ao vivo, pela Internet, feita pela TV Justiça. Ele não põe a pasta no chão nem que a vaca tussa. Isso, dizem, leva o dinheiro embora...


Fala o dr. Antonio Mariz. Sentado atrás dele está José Carlos Dias. A seu lado, God, Márcio Thomaz Bastos agarrado a sua pasta, ou melhor, a seu dinheiro.

Cognac

Saímos de Paris no dia 25 e fomos pernoitar em Cognac.
Foi uma certa desilusão: a cidade é meio morta. Estava um calorão, mas os bares da praça principal fecharam às 19 horas. O sol só ia deitar-se lá pras 22 horas... Ficámos sem nosso choppinho...
Jantámos em um excelente restaurante, o do Hotel Heritage. Mas cuidado! A cozinha fecha às 21 horas.

No dia seguinte fomos à Cognathèque comprar uns cognacs. É verdade que existe mais variedade do que em outras cidades. Mas os preços são apenas uns 10% abaixo do que se paga em Lisboa (e a Garrafeira Nacional, de Lisboa, entrega em minha casa, em Bragança).

Para completar, levei outro tombo! Estava a fotografar uma rua e não percebi um degrau na calçada. Ralei o joelho direito...

Eis a Cognathèque:


Eram 10 pras 19 horas e nós queríamos tomar uma bière pression. Nada feito. Os bares iam fechar...


Uma vista da praça central:


e esta é a foto que tirei logo após o tombo:


Depois do jantar, a Léa não resistiu e fotografou uma funerária...


De facto, o clima de Cognac, após as 22 horas é esse:


Ao partir, queríamos fotografar alguns lugares próximos a Cognac, muito bonitos:


Em particular, as plantações de videiras:


E os campos de girassóis (são tantos, nas proximidades de Cognac, que chegámos a levantar a hipótese de os cognacs serem destilados de girassóis). A dificuldade era: quando a plantação era exuberante, não havia como parar na estrada. Quando era possível parar, a plantação não era das mais bonitas...


Só pra dar água na boca: a montra de cognacs no hall do hotel:

terça-feira, 7 de agosto de 2012

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Paris

Dia 18 chegámos a Paris. Para ficar até 25.
Algumas imagens obtidas do alto do Arco do Triunfo:


Diga-se que para obter essas imagens tomei um tombo que podia ter tido consequências graves... Coisas da idade.


Para os netos, tudo isso era absolutamente novo.


Esse edifício alto é do hotel em que ficámos: o Concorde La Fayette. Hotel muito bom, mas enorme demais.


E aí está a indefectível Torre Eiffel.


Já aqui, a catedral de Notre Dame:


Com seus vitrais:

 Agora o Louvre:


Os netos queriam ver a Venus de Milo...


...e a Gioconda.


Agora, a Torre Eiffel vista da residência de amigos que fomos visitar:

domingo, 5 de agosto de 2012

Limoges (França)

De Limoges, no coração da França, não conhecemos quase nada. Chegámos ao final da tarde. Depois de acomodados no hotel Mercure, fomos à busca de um restaurante nas imediações, para jantar. A região em que estávamos era daquelas em que - como dizia Juca Chaves - os rapazes maus das famílias boas encontram as meninas boas das famílias más. Depois de percorrer algumas ruas das proximidades do hotel, acabámos por jantar em um restaurante vizinho ao hotel...

Eis algumas imagens da Place de la République.



sábado, 4 de agosto de 2012

Donostia (San Sebastián)

No país basco (Euskadi) fala-se espanhol mas preserva-se a língua original (Euskera).
Donostia (ou San Sebastián) é uma lindíssima cidade situada em uma pequena baía.

Algumas imagens colhidas do hotel em que ficámos, no monte Igueldo:


O mar:


A baía, lá em baixo: