segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
E Fernando Henrique criou o cartão corporativo.
E viu Lula que o cartão era bom. (Gênesis 1:3-4)
No longínquo mês de junho de 2.005, manifestei minha perplexidade diante da revelação – feita pela ex-mulher – de que o inefável Valdemar Costa Neto dispunha de cabides com suas iniciais gravadas. Na época, me perguntava:
Haverá mais requintes nesse mar kitsch?
A resposta é sim.
O magnífico Timothy Mulholland, reitor da Universidade de Brasília, equipou seu apartamento com lixeiras que se abrem em função da simples aproximação de alguém.
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Projeto estratégico
O mercurial Ciro Gomes afirmou, em entrevista à Folha de S.Paulo , que falta a Lula um "projeto estratégico" para o Brasil.
Quero crer que ele imagina ter um.
Se for como a merda que ele aprontou em Pecém, no Ceará, quando governador, o Brasil que se cuide.
A evolução brasileira
Há mais ou menos 90 anos, minha avó por parte de mãe morreu, no Rio de Janeiro, capital federal, de febre amarela, aos 22 anos.
Neste início de século XXI, minha neta já não corre esse risco.
Foi viver nos EUA.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Adeus, tio Vadinho
Dia terrível, o de hoje. Tinha tudo pra ser um belo dia. Afinal, era aniversário de meu pai. É certo que ele já se foi há muito. Mas todo dia 13 de fevereiro comemoro seu aniversário em minha lembrança.
Pela manhã, saboreando o lindo dia de sol que São Paulo nos oferecia, fomos levar minha tia Jesse, à beira de seus 80 anos, à geriatra. Apenas para confirmar o que já se percebia a olho nu. O mundo dela passou a ser outro. Pouco contato lhe resta com este nosso cotidiano. Consola notar que ela parece estar muito feliz em seu universo. E nos cabe, apenas, criar condições para permitir que essa felicidade se prolongue o quanto possível.
De volta à casa, a notícia: morreu meu tio Vadinho, irmão mais moço de minha mãe, irmão inseparável de minha tia Clarisse.

Ele, que com seus olhos claros despertou incontáveis paixões ao longo da vida, fica em minha memória com a marca de seu bom humor.
Lembro-me de um dia em que nos encontrámos na casa de outro tio meu, irmão dele, no tempo em que minha calvície começava a tornar-se notória e a dele já era quase absoluta.
A certa altura, sacou do bolso da camisa um pente. Passou-o pelos pouquíssimos fios restantes e me ensinou:
- A coisa de que careca mais gosta é pente.
Adeus, Vadinho. Adeus, tio.
Vícios e virtudes
Meu primo Orlando me informa que pretende formar uma frente com minha tia Clarisse para levar-me a crer em Deus.
Qualquer hora dessas, preciso esclarecer a ele (quem sabe ele lê este post e dispensa minha explicação oral) que considero meu ateísmo (ou agnosticismo. Pra mim, tanto faz) uma de minhas poucas virtudes.
E mais não digo pra não ofender pessoas que me são caras, entre elas o próprio Orlando.
Já defeitos e vícios eu os tenho às pencas.
Alguns, consegui abandonar. O tabaco, por exemplo. Depois de fumar por mais de 30 anos.
Outros grudaram em mim como praga. Por exemplo, o vício de ler jornais e revistas.
Não há nada mais falso e distante da realidade do que um jornalão.
Dá até pra afirmar que Globo, Estadão, Folha etc etc são incríveis obras de ficção.
Conta-se que Gabriel Garcia Marquez, questionado em entrevista sobre o método de invenção de seus improváveis personagens, respondeu:
- Invenção?! Eu vi!
Os jornalões e revistões poderiam dizer, invertendo Gabriel:
- Realidade?! Nós inventamos!
Poucos anos atrás, fui apresentado a figurão que freqüenta com assiduidade os telejornais brasileiros. Já me habituara a sua postura sisuda, preocupada com os grandes problemas nacionais etc e tal. Tudo pela TV. Em particular, longe de câmeras, de cada cinco palavras suas, seis eram de baixo calão.
Recuando mais no tempo, lembro-me de meus tempos de Brasília. Foi época de conhecer muitos figurões da República. Década de 80. Vários deles ainda montam guarda no Congresso ou no Executivo. Baixaria total. Com as raríssimas exceções de praxe. Na imprensa, todos aparecem como reservas morais da nacionalidade.
Mas, se passo alguns dias sem ler jornais ou revistas, entro em crise de abstinência.
Paciência.
Tudo indica que levarei este vício até o túmulo.
Mas morro ateu.
Afinal, alguma virtude deve-se cultivar.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Idílio
Deixa, amor, que eu te leve,
em meus braços,
até o fim do mundo.
Lá, no cume de montanha muito branca,
envolverei teu corpo
com as cores do arco-íris.
Apenas aguarda uns poucos meses.
Preciso malhar na academia
pra dar conta de todo esse exercício.
É tudo piada.
Aliás, lembrei de uma
No meu tempo de escola primária, contavam-se várias histórias do lendário Juquinha. Uma delas rezava que o Juquinha, dia após dia, escrevia na lousa, antes da entrada em classe da professora:
- O Juquinha tem pinto grande.
A professora entrava e achava preferível não dar importância àquilo. Apagava a lousa e começava a aula.
Belo dia, já cansada da insistência do Juquinha, ao dispensar a turma ordenou:
- Juquinha: você fica.
Todos saíram e lá ficou o Juquinha com a professora.
Dia seguinte, na lousa:
A propaganda é a alma do negócio.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Todos estão certos
Essa história dos cartões corporativos está se tornando muito instrutiva. Os soldados da oposição começaram a jogar lama no governo. Agora, os áulicos começam a jogar a lama de volta.
E nós, na platéia, vamos mais uma vez confirmar o que já se sabe desde sempre: todos têm razão.
Pega ladrão!
Quando eu era criança e os ladrões roubavam galinhas, era comum – durante a perseguição popular a algum batedor de carteiras – o próprio gatuno gritar Pega ladrão!, Pega ladrão!, em uníssono com o pessoal que tentava alcançá-lo. Em geral, conseguia gerar confusão suficiente para escafeder-se.
Parece que esse estratagema começa a ser usado pelo governo brasileiro. Quando a oposição se animava a criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o uso dos cartões corporativos, eis que o pessoal governista correu na frente e forçou a criação da tal CPI.
Pessoalzinho tá ficando esperto (ixpéhto, como pronunciam os cariocas, com h aspirado).
Acontece que a oposição corre atrás do larápio mas não quer prendê-lo. Quer tomar-lhe a carteira. Os governistas, indignados, se perguntam:
- Mas por que diabos correm atrás da gente?! A carteira não é deles.
A gente já sabe: a carteira que disputam é a nossa.
A gente sempre soube. Afinal, fomos nós que colocamos essa turma pra correr.
A gente pensa assim: quem corre mais é melhor.
E vota nos mais rápidos.
E sonha chegar a ser igual a eles.
O mais rápido possível.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Carnaval
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Celyna de Souza Franco
Ela completaria 95 anos amanhã. E seu nome de solteira era esse.
A mais velha de quatro irmãos, viu a mãe morrer quando ainda tinha 6 anos. Um dos irmãos também se foi ainda criança.
Os três órfãos tiveram a alegria de ver o pai casar-se com a tia.
Daí vieram mais dois irmãos.
Mas Celyna foi mais mãe do que irmã, para os dois.
Falecida a tia, vieram mais dois irmãos do terceiro casamento do pai.
Os quatro últimos continuam firmes.
Os primeiros vivem na memória dos descendentes.
Celyna.
Essa é imortal.
domingo, 27 de janeiro de 2008
O buraco é mais embaixo
Meu amigo Asulado me provoca, aqui, em relação à minha vontade de ir morar em Portugal.
O Asulado é um tremendo gozador mas vou responder seriamente a ele.
Em primeiríssimo lugar, quero ir viver em Portugal porque me sinto pertencente ao País. Sinto-me mais português que brasileiro. Adoro Trás-os-Montes, Bragança, Vinhais, Passos de Lomba. E o restante daquele retângulo encantador, cujo único defeito grave é o de ser cercado de espanhóis por quase toda parte (hehehe).
Fosse tudo uma questão de qualidade de vida, iria viver na Austrália. Lá vão viver dois de nossos filhos (“nossos” aí, significa da Baixinha e meus, o Asulado nada tem a ver com isso, hehehe), lá já temos um neto e – a confiar nas promessas de meu filho – teremos quatro, daqui a pouco tempo. Lá tem-se o terceiro índice de qualidade de vida do mundo.
A questão é: uma coisa é meu desejo de viver em Portugal. Outra, diferente, é meu desejo de sair do Brasil, aglomerado humano que já perdeu as características mínimas necessárias para ser considerado parte da civilização.
A provocação do Asulado originou-se em um episódio apresentado pela SIC TV a respeito do serviço de emergência de saúde e de sua interação com os bombeiros visando ao atendimento de um acidente em Alijó. O vídeo que o Asulado mostra em seu blog está causando enormes polêmicas em Portugal.
No Brasil, o evento nem seria notícia. Para os padrões brasileiros, simplesmente não aconteceu nada. Aqui, Asulado, morre-se como moscas nos corredores dos hospitais.
A propósito, o poeta Ferreira Gullar, na Folha de hoje (aqui, só para assinantes Folha ou UOL),faz várias “Perguntas que não querem calar”. Todas referentes ao Brasil de hoje. Aí vão algumas delas, pro Asulado (e demais portugueses) perceberem o grau de deterioração desta sua ex-colônia:
Sabia que já há condomínios, em bairro da zona sul do Rio, dominados pelo Comando Vermelho? Num desses condomínios, um morador, cuja filha fora cooptada pela gangue de drogados, ameaçou denunciar o que estava ocorrendo, mas desistiu. Sabe por que desistiu? O síndico o aconselhou a não fazê-lo, se quisesse continuar vivo. Na semana seguinte, ele pôs o apartamento à venda e se mandou de lá. O que faria você?
Você soube que, durante as operações policiais na favela do Alemão, um dos chefes do tráfico ordenava a seus comparsas que atirassem nos moradores? E que há moradoras idosas pagas por eles para declarar que quem atirou foi a polícia?
Processos indenizatórios contra o governo demoram de dez a 20 anos para serem julgados. E quando o cara ganha e é autorizado o pagamento, o governo simplesmente não paga, ignora a ordem judicial e a Justiça finge que não vê. Por quê?
Quando há operações policiais nas favelas, os moradores são obrigados a deixar a porta da casa aberta, para que os traficantes possam se esconder. Quem não obedece morre. Já imaginou isso em seu bairro?
E por aí vai. Comigo mesmo, aconteceu o seguinte:
Tínhamos de ir ao Rio de Janeiro visitar parentes. Lá moram minha irmã com meu cunhado, o filho mais velho e o neto mais velho, além de tios, tias, primos e primas etc etc.
Como, na época (ano passado), o caos aéreo estava a pleno vapor, fomos de carro. Quando estávamos perto do Rio, recebo telefonema de minha irmã.
- Olha, venham pela linha amarela. Mas, antes, liguem o rádio na CBN pra saber se está havendo tiroteio.
Isso ela disse com a maior candura. Naturalidade total.
Os cariocas ficam atentos ao rádio pra saber se podem ou não passar em determinadas vias públicas. Vira e mexe, morrem alguns em tiroteios. Coisa mais comum.
E vocês, em Portugal, atiçados pela conversa telefônica de uma atendente do INEM com alguns sonolentos bombeiros.
Ora, ora.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Próxima escala: New York
Afinal, visitado o neto aussie, há que se visitar a neta brasilana (brasileira/americana).
O neto carioca ficou conosco nos primeiros vinte dias de janeiro. Quanto aos outros, se a montanha não vem a Maomé...
Resultado: em março, mais precisamente no dia 8, lá vamos nós. Voltamos no dia 22.
Sei que todo mundo já conhece Nova York. Eu não. Por isso, vou mostrá-la aqui, pela visão de um neófito.
Enquanto isso, a gente fala das coisas da nossa república bananeira.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Notícia podre
Comentei aqui, no domingo, 20, a nota publicada no sábado, 19, na coluna do Cláudio Humberto, sobre a “prisão” do cardeal de Lisboa pelos agentes da ASAE (Autoridade para a Segurança Alimentar e Econômica). Mandei e-mail para a coluna. Eles não deram a menor bola e a notícia continua lá, na coluna do dia 19.
Jornalismo, no Brasil, faz-se assim.
Aliás, não só jornalismo.
Ontem, 22, o Inspector-geral da ASAE, António Nunes, foi ouvido pela comissão de Assuntos Econômicos do Parlamento.
Se você estiver interessado, leia as notas que saíram hoje, na SIC Notícias, no Diário de Notícias, no Público e no Correio da Manhã, por exemplo. Fica clara a razão de ter sido inventada aquela história da prisão do cardeal: os agentes da ASAE andaram exagerando e houve uma revolta contra a atuação “over” da rapaziada.
Na coluna do CH, penso que o cardeal continua em cana.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Viagem à Austrália
16 - Adeus, Sydney
domingo, 20 de janeiro de 2008
Coluna do Castello
Castelos de colunas
O jornalista Elio Gaspari, em sua coluna dominical publicada pela Folha de S.Paulo (aqui, para assinantes Folha ou UOL), chama a atenção do leitor para a possibilidade de se ler, na Internet, os textos do jornalista Carlos Castello Branco, em particular suas colunas publicadas no Jornal do Brasil entre 1.963 e 1.993, ano de sua morte.
Gaspari lastima que não constem, no site, as colunas dos anos de 1.975 a 1.978. Lastima particularmente por ser desse período a coluna intitulada O Partido dos Trabalhadores, na qual – sempre segundo Gaspari – Castello mostrava que Lula pretendia quebrar a manipulação dos sindicatos pelos partidos da ocasião e que faria isso (e aí ele coloca entre aspas) “com a compreensão e colaboração do governo, ou sem ela”.
Acontece que as colunas estão lá. O leitor acessa as colunas escolhendo, primeiro, o ano. Ao fazer isso, aparece a lista das colunas de janeiro do ano selecionado. O leitor pode, então, escolher o mês.
O descuidado Gaspari, ao passear pelas colunas dos trinta anos durante os quais elas foram publicadas, esbarrou em alguns anos em que não há colunas no mês de janeiro (ou há apenas uma). É o que ocorre no intervalo 1.975 – 1.978. Concluiu que, para esses anos, não foram reproduzidas, no site, as colunas publicadas no período.
Gastasse um pouquinho mais de tempo, tomasse um pouquinho mais de cuidado, encontraria a coluna O Partido dos Trabalhadores, publicada em 03/09/1978.
Gaspari acerta quanto ao teor do texto, no que se refere a Lula. Mas empolga-se com sua memória e resolve colocar entre aspas algo que não consta da matéria.
Digo tudo isso porque me impressiona a leviandade com que se faz jornalismo no Brasil (em outros países também, mas essa é outra história). Ninguém apura nada, os jornalistas, quase sempre (vá lá o quase), não entendem nada dos assuntos sobre os quais escrevem etc etc.
Em geral, a desculpa é aquela: escassez de tempo para pesquisar melhor, apurar melhor etc etc.
Essa explicação, me parece, não socorre os colunistas semanais, como Gaspari.
Mas quem se importa?
Se o leitor já leu Notícias do Planalto, de Mario Sergio Conti, sabe que Gaspari inventava entrevistas com personalidades, ia até elas, lia o que inventara e obtinha o aval para publicação. Mais: inventava frases espetaculosas para colocar na boca de seus “entrevistados”. Por exemplo, a famosa “O povo gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual” não é de Joãozinho Trinta. É Gaspari puro. (páginas 100/101)
Mais: quando trabalhava na Veja, costumava encerrar discussões com subordinados com frases do tipo “A matéria vai sair assim porque eu sou inteligente e você não” (pág. 105).
Tudo leva a crer que, hoje, jornalista pra lá de consagrado, monta sua coluna semanal sob o pensamento:
A coluna vai sair assim porque eu sou esperto e o leitor não. Ele que se dane.
E não é só o Gaspari que se acomodou na confortável poltrona da glória.
Vários colunistas parecem habitar castelos do interior dos quais enviam suas considerações apressadas para os jornais que lhes sustentam o ócio. Ou as publicam na Internet.
Ontem, por exemplo, o colunista Cláudio Humberto, que já caíra, tempos atrás, no conto da carochinha da ONG dos amigos de Plutão, publicou o conteúdo de um e-mail que circula pela Internet sobre uma fictícia prisão do cardeal de Lisboa, em função de eventos obviamente inventados.

E por aí vai. Poderia citar outros exemplos. Como não sou jornalista, preciso trabalhar para sobreviver. Paro por aqui.
sábado, 19 de janeiro de 2008
Da série O Brasil acabou - IX
O caderno Cotidiano2, da Folha de S.Paulo de hoje (os jornais ainda chegarão a transformar cada página em caderno) traz matéria assinada por Carlos Iavelberg, de Madrid (aqui, para assinantes Folha ou UOL) sobre o assassinato de uma jovem brasileira em Pamplona, norte da Espanha.
No final da matéria, ele fala da preocupação dos espanhóis com o grande número de assassinatos de mulheres por seus companheiros. E fornece alguns números referentes a 2.007:
Mulheres mortas por seus parceiros - 74
42% (31 casos) desses assassinatos tiveram como vítimas mulheres imigrantes.
Apenas 10% da população espanhola são estrangeiros.
5,4% (4 casos) dos crimes tiveram como vítimas mulheres brasileiras.
Apenas 2% dos imigrantes são brasileiros.
Precisa dizer alguma coisa?
Viagem à Austrália
15 - Watsons Bay
Nossa filha, quando morava em Sydney, morava em Bondi. Pra se ir até lá, o melhor é pegar uma barca no Circular Quay até Watsons Bay. De lá, toma-se ônibus até Bondi. O trajeto de barca demora quase 15 minutos. Não fomos até Bondi. Tiramos umas fotos em Watsons Bay e retornamos de barca, uns quarenta minutos depois.
Segundo nossa filha, o pessoal de São Paulo e Rio prefere morar para os lados de Watsons Bay. Já os gaúchos vão quase sempre pros lados de Manly. Penso que deve ser o boca-a-boca.
Vejam alguma coisa da bela Watsons Bay:


quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Blogs de humor
Todo dia dou uma passadinha no blog do Tutty Vasques, pseudônimo do jornalista/humorista Alfredo Ribeiro de Barros. Ele esculhamba o noticiário de um jeito bem engraçado.
Depois, outras duas visitas inevitáveis:
O blog do Reinaldo Pitbull Aze(ve)do e o blog do Paulo É Rico Amorim, aquele que não tem um apartamento em New York, tem dois.
São blogs pra rir ou pra chorar, depende de seu estado de espírito. Pro primeiro, tudo - absolutamente tudo - que é feito pelo governo Lulla é horrível. Pro segundo, tudo - absolutamente tudo - que é feito pelo governo Lulla é maravilhoso.
A leitura desses dois últimos blogs, assim um imediatamente após o outro, parece que ajuda a evitar o mal de Alzheimer.
Experimenta só.
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