domingo, 24 de setembro de 2006

DNA em conflito


Certo. Ninguém é de ferro. Mas meu pai quase enferrujava.
Dedicado a seu trabalho, que ele insistia em não qualificar como trabalho. Era missão.
Nunca viu uma duplicata. Nem uma fatura. Só tinha olhos para a Bíblia, o Grego e o Latim.
O sustento do lar ficava por conta de minha mãe. Que dava aulas de Matemática de manhã, à tarde e à noite. De segunda a sábado. No domingo, cuidava da Igreja e da família. Nessa ordem.
Assim, por razões estritamente genéticas, nasci com a certeza de que fazer aquilo de que se gosta e sustentar uma família são coisas mutuamente exclusivas.
De meu pai, herdei o gosto pelas letras, pelo conhecimento. De minha mãe (ainda bem) herdei a noção de que é preciso fazer alguma coisa pra botar comida na mesa.
O incrível é que eles se davam às mil maravilhas.
Já meus dois lados, o do pai e o da mãe, convivem com dificuldade.
Tanto que penso seriamente em me divorciar de mim mesmo.

sexta-feira, 22 de setembro de 2006

Para o Horário Eleitoral


Enquanto eles jogam peroba neles, divirta-se.

Clique para jogar. Tente bater meu record

O Ministério do Vai dar Merda (que o Lula devia ter criado) adverte:
Jogue com moderação. Ou não. Sei lá.

O cara não aprende


Está na primeira página da Folha, hoje:
Lula diz que coloca "a mão no fogo" por Mercadante.
Lula já perdeu um dedo, com essa mania de colocar a mão em lugar perigoso.

quarta-feira, 20 de setembro de 2006

Muito provável



Sendo assim, se Gedimar tivesse nascido mulher, seria Mardita.




...

REPÚBLICA FEDORATIVO DO BRASIL


Lorenzetti: um banho de patifaria, num mundo de grana fria.

Depois dos dólares na cueca, vêm aí os dólares na fraldinha.

O Partido Tenebroso (PT), agora, serve escândalos mal ou bem passados. Ou ao ponto.

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Freud explica?


Finalmente, a política brasileira - em sua caminhada rumo ao absurdo total - chegou a uma encruzilhada com a psicanálise. Apenas na aparência. Entrou um Freud no jogo. Mas não é aquele. É um assessor do Lula, amigão do Sérgio Sombra (lembra dele? o principal suspeito de ser mandante do assassinato do prefeito Celso Daniel). Esta tarde, Lula despachou-o para São Paulo, para que ele se explique à Polícia Federal. O sujeito do PT preso com pouco menos de 2 milhões de reais disse que o dinheiro foi entregue a ele por esse Freud. a mando da Executiva do PT.

No post do blog do Josias, que você lê clicando aqui, os grifos são meus
Contudo, calma. Muita calma.
Depois de tudo que já apareceu e não abalou em nada a candidatura Lula e de grande parte dos petistas, basta a turma negar tudo, como sempre.
E Lula dizer - também como sempre - que não sabia de nada.

P.S.: o leitor mais atento com certeza notará que deixei de grafar Lulla. Penso que tal prática estava se tornando injusta em relação a Fernando Collor. Para quem não lembra, trata-se de ex-presidente deposto por agir com amadorismo inaceitável nos tempos que correm.

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Parabéns, Lili


Não. Não vou contar a idade dela. Já basta o quanto a atormentei, na juventude, com essa história de idade. Eu transformava os vinte e cinco anos, que ela faria, em um quarto de século. Ela ficava alucinada.
Digo, apenas, que minha irmã – uma delas – faz hoje alguns anos. Não interessa quantos. Interessa que ainda fará muitos mais.
Foi, das duas irmãs que tenho, seguramente a mais chata. Não. Não pensem que isso é ofensa. A outra brincava comigo, era companheira. Essa, a que hoje fica um pouquinho mais velha, era mãe. Mãezona, mesmo. Não me deixava sair de casa sem revisão geral. Olhava as orelhas. Invariavelmente corria a pegar um chumaço de algodão, embebê-lo em álcool e esfregá-lo em meus ouvidos. Se isso é tecnicamente bom ou não, até hoje não sei. Só posso afirmar que é afetivamente fantástico. Sentir-se cuidado. Protegido.
Não satisfeita, deu-me um sobrinho que foi como meu primeiro filho. Foi não. É. Sujeitinho complicado, mas maravilhoso. Ensinou-me, sem o saber, a ser pai.
Mas não é dele que estou a falar. É de minha segunda mãe.
Regente, pianista, mãe e, principalmente, esposa. Daquelas à moda antiga, sabe como é?
Sorte teve meu cunhado, que, aliás, vem a ser o sujeito mais bom (não é melhor, não. É mais bom mesmo) que já conheci.
Vai daí que mando pra Floripa meus beijinhos trasmontanos pra Lili, como a chamava minha mãe.
E – de quebra – pro maridão, pros filhos, noras e netas.

São Paulo, a cidade, está assim


Hoje fui tomar um chopp com um conhecido que não via há cinco anos. Eu o procurei. Ao telefone, não notei nada.
Quando estávamos lá pelo terceiro chopp (na verdade, eu. Ele só no refrigerante light) ele criou coragem e me contou:
Pensava que eu estivesse morto. Alguém o informara, uns dois anos atrás, que eu tinha sido assassinado ao sair de casa, a tiros.
Havia ficado triste, me disse. Mas assustado, mesmo, ficou quando – de repente – lhe telefonei.
E, assim, vamos (sobre)vivendo.

quarta-feira, 13 de setembro de 2006

Comentários aos comentários


Já disse, aqui, que este blog é melhor do avesso. Os comentários, muitas vezes, são superiores aos posts.
Então, vez em quando, é preciso comentar alguns comentários.

Por exemplo:

Quem é culpado por um prêmio Rotary?



O tradicional prêmio atribuído pelo Colégio Rio Branco a seus melhores alunos, anualmente (hoje se chama Prêmio Rio Branco), me permitiu, há alguns bons anos, uma comparação interessante entre maneiras diferentes de educar filhos.

Todo ano, lá ia eu, feliz da vida, à cerimônia de entrega do Prêmio Rotary. Isso porque meu filho (que semana passada completou 29 anos) invariavelmente ganhava o dito cujo. Também todo ano, eu encontrava lá meu colega de turma de engenharia, Armando Kagueyama. Pai de um casal, Armandinho e sua companheira Maria Cecília criaram os filhos de tal modo que ambos ganhavam todo ano o Prêmio Rotary. Quanto a mim, meu filho sempre ganhava o prêmio. Já as filhas não davam a mínima pro dito cujo. E, diga-se, os três são hoje ótimos profissionais e melhores pessoas.
Por isso mesmo, em uma das festas de premiação, entre uma e outra foto das muitas que Armandinho – como bom nissei – não se cansava de tirar, comentei com ele:
- No teu caso, o mérito desses prêmios é mais dos pais do que dos filhos. Percebe-se que teus filhos foram estimulados nessa direção. No meu caso, o mérito é integralmente do filho.

Esse comentário vem a propósito de um comentário que fez uma de minhas irmãs em post anterior.
Digo que – felizmente – nem uma coisa nem outra: nem a educação dele foi perfeita, nem ele é perfeito. Tudo isso seria muito chato.

Outro exemplo:

Alternativas merecidas



A Dea (ou Hera?), do Life`s so short, move on!, comenta, aqui, que não temos opções “saudáveis”, nesta eleição.
Por todo lado, reclama-se do caráter morno dessas eleições.
Pudera. Os tucanos colocaram – para enfrentar Lulla – um anestesista.
Resultado: deu sono em todo mundo.

terça-feira, 12 de setembro de 2006

O quase sucesso de Marcelo


Ele vivia do melhor jeito possível: um dia depois do outro, uma noite no meio. Dormia bem, não tinha insônia. Acordava bem, sempre disposto para o trabalho ou para o lazer. Homem de posses medianas, funcionário sem altos nem baixos, tocava a contabilidade de uma empresa de porte médio com a sobriedade que o cargo exigia.
Adorava a esposa. Mulher perfeita, impecável. Quer dizer, quase. A rigor, a rigor, tinha um pequeno defeito: gastava muito papel higiênico. À toa. Qualquer xixizinho e pronto. Lá se iam metros de papel higiênico. No fundo, isso o irritava um pouco. Mas, dado seu comedimento em tudo, nunca reclamou. Verdade que o preocupava o possível entupimento do esgoto da casa. Mas preferia manter desobstruída sua relação com a companheira.
Por todos os motivos, começou a exercitar-se em um esporte inédito: pontaria de mijo.
Explico. Dado que a descarga quase nunca dava conta de tanto papel, quando era sua vez de fazer xixi, era comum encontrar, no fundo da privada, um certo volume de papel não enviado ao esgoto.
Começou distraidamente. Divertia-se pulverizando o papel com o jato de sua urina. Percebia, além disso, que isso facilitava a eliminação do papel quando de nova descarga.
Tomou gosto pela coisa.
Gabava-se (só com seus botões, claro) de conseguir cada vez mais pulverização com menores quantidades de xixi.
Foi quando surgiu, em um blog que costumava visitar, a campanha pela pontaria de mijo. Como quase todos sabem, há sempre blogs dispostos a fazer todo tipo de campanhas.
É um tal de campanha a favor disso, campanha contra aquilo.
Embarcou nessa.
Não se deu bem, infelizmente. A campanha do tal blog era virtual.
E a pontaria do xixi dele era pra lá de real.

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

Anti-post


Prometo não falar nada sobre vocês-sabem-o-quê.
Nesta data só se fala disso. Vou poupar quem passa aqui pelo Bazar.

domingo, 10 de setembro de 2006

Dar espelhinho pra índio ainda funciona


Todo mundo conhece aquela piada da hiena: o professor explica que a hiena é um animal que vive no centro de África, é necrófaga, faz amor uma vez ao ano e emite uma vocalização similar ao som do homem ao rir-se. E o aluno pensa: o bicho come carne podre, só dá uma rapidinha uma vez por ano e ri do quê?!
A pesquisa DataFolha publicada hoje, sobre a felicidade dos brasileiros, revela o que somos: um povo-hiena.

Clique para ler a matéria completa

A gente sempre pode pensar os resultados de tal pesquisa com olhos de Poliana. Afinal, ser feliz não é o que interessa?
Mas será que já não era hora de exigir mais do que bolsa-espelhinho?

quarta-feira, 6 de setembro de 2006

Quid rides?


Em 1.977, ano em que o presidente militar Ernesto Geisel baixou o pacote de abril, com o qual criou a figura do senador biônico, bolado para dar maioria ao governo no Senado (o mensalão só seria inventado mais recentemente). Ano durante o qual se esperava a abertura política e o que veio foi mais endurecimento (a anistia teve ainda de esperar dois anos). Ano em que recebi excelente proposta para mudar de emprego mas – como eu tinha meus direitos políticos cassados – a Lion, revendedora Caterpillar, desistiu de me contratar. Ano ainda de chumbo. Falta de liberdade. Vida intelectual relegada à sombra.
Em 1.977, ano em que minha primogênita começou a andar. Ano em que li Grande Sertão: Veredas, na tranqüilidade de São Lourenço.
Em 1.977, às vésperas de mais uma comemoração da Independência desta terra pra lá de dependente, nasceu meu único filho. Chamei-o Horacio. Por não ser nome de santo. Por ser nome de poeta.
Teve cólicas, nos primeiros meses. Berrava muito, logo depois de mamar.
Isso passou, como tudo passa.
Cresceu e construiu personalidade própria.
Hoje, é profissional de excelência em sua área de atuação.
Casou com seu primeiro, grande e único amor.
Quem sabe surjam daí alguns netinhos fabulosos.
Saboreamos juntos muitos e muitos churrascos. No tempo em que ele era carnívoro. Hoje, quase vegetariano.
Jogamos bola juntos.
Já nos demos fortes abraços em momentos intensos de nossas vidas.
Já reclamei dele. E ele de mim.
Espero que a vida nos permita o aconchego permanente.

E, como o poeta (mas sem ironia), digo a ele, a propósito deste post:

De te fabula narratur
(é de ti que se fala)

Formas de tratamento


Há pessoas – eu, por exemplo – que não gostam de ser tratadas de forma cerimoniosa. Não gosto de ser chamado de senhor. O Junior, do Frigideira, me trata por Sr. Renato. Paciência. Fazer o quê. Prefiro que ele visite Meu Bazar mesmo assim.
Quando eu comecei a fazer análise, com Luiz Meyer, ficava desconfortável com o tratamento de Senhor que ele me dispensava. Numa das primeiras sessões, das quase mil que mantivemos, pedi a ele que me chamasse de você, já que eu o tratava assim. Ele, calmamente:
- O senhor pode me chamar como quiser. Eu também o tratarei da maneira que eu preferir.

Só muitos meses adiante ele começou a me chamar de você.

Nas conversas com familiares, em Portugal, as pessoas estranham que eu as trate por você. Para um português, isso é cerimonioso. O normal entre familiares é Tu. E eu, apesar de ser santista, perdi o hábito de tutear (como dizem os de língua espanhola).

Por outro lado, há os que fazem questão de tratamento diferenciado. Meu orientador de Lógica, por exemplo, o fantástico professor Newton da Costa, costumava dizer aos alunos jovens que o tratavam por você:
- Se você não me chamar de senhor, vou chamá-lo de Juquinha. Está bem?

Meu pai, certa vez, em uma convenção Baptista na Igreja da Vila Mariana, em São Paulo, encerrou uma disputa acalorada entre pastores que exigiam tratamento mais formal, valendo-se dos famosos versos de Gregório de Mattos a respeito de um magistrado pretensioso:

Se tratamos a El Rei por Vós
E a Jesus por tu,
Como chamaremos nós
Ao juiz de Igarassu:
Tu e vós ou vós e tu?

ANA MARIA TEIXEIRA RANGEL


Eu só posso estar doido.

Futura Presidente da República

A dona Ana Maria – a respeito da qual não consegui obter maiores informações (a imprensa tem mais o que fazer do que ficar informando a gente) – resolveu candidatar-se tão somente à Presidência da República.
Dela, as únicas informações disponíveis são as de que tem 49 anos, é carioca, vive nos Estados Unidos, onde tem uma empresa de transportes. Estabeleceu como teto para os gastos de sua campanha à Presidência o valor de módicos cento e cinqüenta milhões de reais (pouco mais de 50 milhões de euros). Por outro lado, declarou que possui um único bem: um automóvel Volkswagen, no valor de quarenta e dois mil reais.
Onde está a firma de transportes?
Onde fica a minha sanidade mental?
Quais os reais objetivos da dita cuja senhora?

Vai daí: ainda bem que daqui a uns aninhos vou embora daqui. Quem ainda pensa que este país tem solução, fique com ele.

Tô fora. Com minha loucura. Com minhas alucinações. Sim, porque só pode ser alucinação.

Quando Collor candidatou-se, nem ele (e sua pequena turma) acreditava que seria eleito. Foi.

Agora, Lula vai ser reeleito.

Mas se elegessem a Ana Maria, eu não ficaria surpreso. Daria na mesma.

terça-feira, 5 de setembro de 2006

Inteligência não tem sexo


Acabo de ler, no fantástico renas e veados, uma referência à Lesboa Party.



Feliz ou infelizmente, lésbica é algo que jamais poderei ser. Também não sei nada sobre a tal festa. Mas o nome escolhido me seduziu.
Muito bom.

domingo, 3 de setembro de 2006

O dia em que ouvi o silêncio


Em 1.974, fui convidado pra dar um curso maluco de Fundamentos da Matemática na Faculdade de Ciências e Letras de Lins, interior de São Paulo.
O curso era nos finais de semana. Eu pegava um ônibus noturno na sexta. Chegava em Lins por volta das cinco da manhã do sábado. Dava tempo de dormir, na cama do quarto do hotel, até lá pelas sete porque as aulas começavam às oito (e iam até o final da tarde. Pobres alunos).
Eu me hospedava no Hotel Lins, bem na praça principal da cidade. Era uma praça toda arborizada. Quando amanhecia o dia, milhares (quase ia dizendo milhões) de pássaros começavam a cantar sem maestro (ou com Maestro, se você acredita n’Ele). Era deslumbrante.
Mas às cinco da manhã, quando eu chegava ao hotel, todos dormiam.
Foi na minha primeira ida.
O ônibus parava em frente a uma casa na qual funcionava a empresa de transporte. Desci e perguntei ao funcionário como devia fazer pra chegar ao hotel. Era muito fácil. Só dobrar a primeira à esquerda e seguir aquela rua por algumas quadras. Ela desembocava na praça do hotel.
Eu e minha pequena mala, com poucas roupas e alguns livros, seguimos a indicação.
Depois de caminhar umas duas quadras, fui tomado por uma sensação estranha. Parei. E foi aí que percebi a origem do meu estranhamento.
Não se ouvia rigorosamente nada.
Som de gente, som de automóveis, caminhões. Ônibus, trens. Som de animais. Som de vento. Som de chuva. Nada.
Me dei conta de que, beirando os trinta anos, era a primeira vez que me encontrava rodeado de silêncio absoluto.
Fiquei parado, ali, alguns minutos.
Admirando o silêncio.
Percebi, também, naquele instante, que jamais me esqueceria daquela sensação.

sábado, 2 de setembro de 2006

Felicidade


Bem no início do mês.
Estou muuuito feliz, hoje.
Nova etapa da vida a começar.
Um brinde a tanta felicidade.

Beijinhos transmontanos a todos: mulheres, marmanjos, velhos, crianças, mendigos, leprosos, políticos.
Espera aí. Políticos não. Felicidade também tem limite.

quinta-feira, 31 de agosto de 2006

O conhecimento da ignorância


Hoje de manhã conversei com uma vizinha sobre a reforma que o camarada do apartamento embaixo do meu está fazendo. Disse a ela que estava preocupado porque o fulano está derrubando tudo. Será que ele tem noção da diferença entre elementos estruturais e não estruturais? Será que ele sabe que derrubar uma parede não é o mesmo que arrancar uma coluna? Ou uma viga?
Depois, já com meus botões, lembrei: sou engenheiro. Tá certo que engenheiro eletrônico. E formado em 1967, época em que os circuitos eletrônicos estavam deixando de utilizar válvulas para começar a usar transistores. Coisa medieval, mesmo.
Mas percebi uma vantagem em tudo isso: não entendo nada de estruturas de concreto. Mas sei que não entendo.
E isso faz alguma diferença.
Pensando melhor, notei que – no fundo, no fundo – o que eu quero não é ser culto. Isso é cada vez mais complicado. Dizem que o último camarada que entendeu de tudo foi Leibniz. E ele já morreu há quase 300 anos.
Quero conhecer cada vez mais minha ignorância. Ter noção mais profunda de que não sei tudo que não sei. Aprofundar meus conhecimentos de meu desconhecimento.

terça-feira, 29 de agosto de 2006

Mercadante agora é do aerotrem


E não é que no debate de ontem na TV Band o Mercadante defendeu o aerotrem?!?
Isso não era plataforma política daquele pelintra do partido do Collor, o tal de Levy Fidelix?
Meus deuses, o ridículo é poço sem fundo?